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sexta-feira, 8 de março de 2013

Violência em casa

Nas últimas postagens estamos retratando a violência no Brasil e suas subdivisões, já falamos sobre o bullying e agora vamos falar sobre a violência em casa um fato muito polêmico no Brasil e no mundo.
Veja de acordo com a Unicef:


VIOLÊNCIA EM CASA E NA FAMÍLIA
Contexto
As crianças são habitualmente mais felizes e mais protegidas quando estão na sua casa e com a
sua família. A Convenção sobre os Direitos da Criança reconhece que a família é o ambiente
natural para o crescimento e bem-estar da criança. Infelizmente, para algumas crianças, a casa é
um local violento. E muita desta violência é escondida porque se passa dentro de portas ou por
medo ou vergonha.
• Muitas crianças sofrem de violência como uma forma de disciplina rígida – não apenas
violência física mas também insultos e humilhações. Até agora, apenas 16 países proíbem
os castigos corporais em casa.
• Quando as crianças são vítimas de abuso sexual, normalmente esse abuso é praticado por
uma pessoa que conhecem, na maior parte dos casos por um membro da própria família
ou por alguém próximo do círculo familiar ou de amigos.
• A negligência e a falta de cuidados são formas de violência indirecta contra crianças
Factos e números
• Estudos realizados em 21 países (mais desenvolvidos) revelaram que 36% das mulheres e
29% dos homens afirmaram ter sido vítimas de abusos sexuais durante a infância. A
maioria dos estudos revelou que as percentagens de abusos são mais elevadas nas
raparigas do que nos rapazes.
• A exposição à violência doméstica pode ter um impacte grave nas crianças – que pode
durar para o resto da vida. Estima-se que, todos os anos, 275 milhões de crianças no
mundo são testemunha de violência doméstica.
• Insultos, isolamento, rejeição, ameaças, indiferença emocional e humilhação são formas
de violência que podem prejudicar o desenvolvimento de uma criança – especialmente
quando os seus autores são o pai ou a mãe ou alguém de quem a criança gosta.
• A negligência é uma das principais causas de morte entre as crianças mais pequenas. A
diferença de percentagens que se verifica entre raparigas e rapazes em algumas regiões
sugere que as raparigas correm maior risco de negligência. As crianças portadoras de
deficiência podem ser particularmente vulneráveis à negligência e abusos.
• Em algumas zonas do mundo, as crianças sofrem de violência sob a forma de práticas
tradicionais nefastas, como a mutilação genital feminina/excisão (MGF/E), ou os actos de
as amarrar, marcar com ferros, fazê-las engordar à força, os ritos de iniciação violentos, o
casamento forçado e precoce, os chamados crimes de “honra” e a violência relacionada
com o dote, o exorcismo, e mitos acerca de “feitiçaria” que podem envolver crianças.

Infelizmente esse fato atinge principalmente crianças que estão se desenvolvendo.
Amanhã vou falar mais um pouco sobre isso e algumas mais novidades!

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